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19-09-2017 18:59

Ementas

DISCIPLINAS

 

ANTROPOLOGIA DOS LIMITES E SOCIEDADES DE RISCO

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Diversidade cultural, saberes técnicos, senso comum e percepções de risco (cálculos de probabilidades, previdência, proteção sobrenatural, sorte, azar, destino). Construção social do risco e das sociedades de risco presumido: saberes tecnológicos, construção da confiança e da responsabilidade social, novas disciplinaridades e reflexividades sistematizadas. Condicionantes culturais das percepções de risco, desigualdades socioeconômicas, etnocentrismos e formas precárias (ou perigosas) de inserção social. Condutas de risco: riscos profissionais e riscos deliberados. Riscos visíveis e invisíveis e sistemas de crenças ou religiosidade. Consumo de drogas, sociedade de risco e condutas performantes (riscos e identidade cultural). Alcoolismo e violência, alcoolismo e trabalho. Juventude, pobreza e situação de risco (a vida sob precariedade socioeconômica). Acessos desiguais a informações, diversidade de formas de constituição de saber e produção do desconhecimento, desinformações e impossibilidades de tomar a sério as dimensões de risco. Meio ambiente, poluição e desenvolvimento sustentável.

Programa Analítico

Diversidade cultural e configurações de sentido. Diversidade de saberes e competências. Diversidade cultural e pluralidade de percepções de risco. Concepções probabilísticas das relações causais: perigo previsível, calculável e exorcisável. Limites, perigos e purezas: a construção da ordem social. Sociedade pós-industrial e cultura do risco. Sociedade de risco. Inseguranças sociais e situação de risco. Inseguranças ambientais, habitacionais e situação de risco. Juventude, vulnerabilidade, situação de risco e construção de sujeitos de direito. Risco, democracia técnica e construção de instâncias de gestão pública.

Bibliografia

BECK, Ulrich. La société du risque. Sua la voie d’une autre modernité. Paris: Flammarion, 2001. (versões em alemão e inglês)

BURSZTYN, Marcel (Org.). No meio da rua. Nômades, excluídos e viradores. Rio de Janeiro: Garamond, 2000.

CASTEL, Robert. L’Insecurité sociale. Qu’est qu’être protegé ? La Republique des idées. Paris: Seuil, 2003.

CUCHE, Denys. A noção de cultura nas ciências sociais. São Paulo: EDUSC, 1999.

DOUGLAS, Mary. Pureza e Perigo. São Paulo: Perspectiva, 1976. s/ISBN.

DOUGLAS, Mary. Como as instituições pensam. São Paulo: EDUSP, 1998.

ECKERT, Cornelia. Meio ambiente e direitos humanos: conflitos e dilemas da contemporaneidade. Fonseca, Claudia et alii (Org.). Antropologia, diversidade e dreitos humanos. Diálogos interdisciplinares. Porto Alegre: Ed da UFRGS, 2004: 221-232.

DOUGLAS, Mary. La aceptabilidad del riesgo según las ciencias sociales. 1. ed. Buenos Aires: Paidós, 1996.

GEERTZ, Cliford. O senso comum como um sistema natural. In: O saber local. Novos ensaios em antropologia interpretativa. Petrópolis: Vozes, 2002: 111-141.

GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora da UNESP, 1991.

LARAIA, Roque de Barros. Cultura. Um conceito antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1986.

LEVIS-STRAUSS, Claude. A ciência do concreto. In: O pensamento selvagem. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1970: 19-55.

GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Geografia da riqueza, fome e meio ambiente. Umbelino de Oliveira, Ariovaldo e Marques, Marta Inez Medeiros (Org.). O campo no século XXI. Território de vida, de luta e de construção da justiça social. São Paulo: Editora Paz e Terra, 2004: 207-254.

EVANS-PRITCHARD, E.E. Bruxaria, magia e oráculos entre os Azande. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 2005, 255p.

GALVÃO, Eduardo. Santos e visagens. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional Brasília, 1978. 149p. (Coleção Brasiliana, 284).

GROPPO, Luís Antonio. Juventude. Ensaios sobre Sociologia e História das Juventudes Modernas. Rio de Janeiro: Difel, 2000.

MARTINS, José de Souza. O tempo da pobreza e do trabalho na memória histórica de São Caetano; O censo dos esquecidos; A rua na geografia imaginária do subúrbio (Capítulos 1, 3 e 4). Subúrbio. Vida cotidiana e história no subúrbio da cidade de São Paulo: São Caetano, do fim do império ao fim da República Velha. São Paulo: Hucitec/Prefeitura de São Caetano do Sul, 1992: 25-40; 65-1998; e 199-174.

NEVES, Delma Pessanha. As curas milagrosas. A idealização da ordem social. Niterói: EDUFF, 1984, 64p.

NEVES, Delma Pessanha. O legado da pobreza e a inserçao geracional. Ilha, Revista de Antropologia. Florianópolis: Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, 2003: 65-90.

QUEIROZ, Marcos de Souza. Feitiço, mau-olhado e susto: seus tratamentos e prevenções na Aldeia de Icapara. Revista Religião e Sociedade. Rio de Janeiro, n. 5, p. 131-160, 1980.

PANDOLFI, Dulce Chaves e GRYNSZPAN, Mario (Orgs.). A favela fala. Depoimentos ao CPDOC. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2003.

PERETTI-WATEL, Patrick. La société du risque. Repères. Paris: La Decouverte, 2001.

SAHLINS, Marshall. Suplemento à viagem de Cook; ou “le calcul sauvage”. In: Ilhas de História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1990: 23-59.

SILVA, Gláucia Oliveira da. Angra I e a melancolia de uma era. Coleção Antropologia e Ciência Política. Niterói: EDUFF, 1999.

SILVA, Hélio R.S. e MILITO, Cláudia. Vozes do meio-fio. Etnografia. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.

TEIXEIRA, Rosana da Câmara. Torcidas jovens: entre a festa e a briga. Revista Antropolítica. Rio de Janeiro, n. 10/11, 1º/2º semestre de 2001.

VELHO, Gilberto. Individualismo, anonimato e violência na metrópole. Horizontes Antropológicos. Porto Alegre, ano 6, n. 13, p. 15-30, 2000.

WEBER, Alexandre de Vasconcelos. A transmissão patrimonial em favelas. Revista Antropolítica. Rio de Janeiro, n. 12/13, 1º/2º sem. 2002.

WRIGHT, Robin M. Os guardiões do cosmos: pajés e profetas entre os banawa. In: LANGDON, E. Jean Matteson (Org.). Xamanismo no Brasil. Novas perspectivas. Florianópolis: Editora da UFSC, 1996: 75-115.

ZALUAR, Alba. Milagre e castigo divino. Revista Religião e Sociedade. Rio de Janeiro, n. 5, p. 161-188, 1980.

ZALUAR, Alba. Integraçao perversa: pobreza e tráfico de drogas. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 2004.

 

ANTROPOLOGIA II

Carga Horária: 15h - Créditos: 1.0

A constituição da Antropologia como disciplina e seu campo de estudo. A crítica ao etnocentrismo e o relativismo cultural. Questões de método: trabalho de campo e observação participante. Os precursores e o evolucionismo social na conformação da Antropologia como disciplina.

Bibliografia Básica:

 

Da Matta, Roberto. 1983. Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes.

 

Darwin, Charles. 2001. A Origem das Espécies. Belo Horizonte: Editora Itatiaia.

 

Geertz, Cliford. 1978. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar Editores.

 

Lévi-Strauss, Claude. 1976. “Raça e História.” In LÉVI-STRAUSS, Claude Antropologia Estrutural Dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

 

Rousseau, Jean Jacques. 2008. Discurso Sobre A Origem e os Fundamentos da Desigualdade entre os Homens. Porto Alegre: L&PM Editores.

 

Bibliografia Complementar:

 

Bamberger, Joan. 1979. O Mito do Matriarcado: Porque os Homens Dominam a Sociedade Primitiva? In M. Rosaldo & L. Lamphere.Mulher, Cultura e Sociedade (orgs). Rio de Janeiro: Paz e Terra,

 

Castro, Celso (org.). 2005. Evolucionismo Cultural: Textos de Morgan, Tylor e Frazer. Rio de Janeiro: Zahar Editor.

Da Matta, Roberto. 1986. Explorações.Rio de Janeiro: Rocco.

 

COMPLEXIDADE DAS RELAÇÕES INTERINSTITUCIONAIS

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Conceitos filosóficos da Grécia antiga ao século XX. As interrrelações pessoais, familiares e profissionais. Técnica ARCI de Avaliação de Riscos de Conflitos Interpessoais. A gestão de conflitos de interesses. A minimização de conflitos. A técnica ZOPP aplicada a projetos multidisciplinares. O pacto federativo e as relações federativas. As atividades de gestão nas empresas e no setor governamental. O amparo legal nas relações interinstitucionais e a legislação ambiental. A agenda 21. Programas nacionais: política de recursos hídricos, SUS, Defesa Civil. As relações interinstitucionais na gestão de crises.

Programa Analítico

Os princípios filosóficos que norteiam as relações pessoais e coletivas. Matriz de gerenciamento de conflitos. Projeto de interesse pessoal pela técnica ZOPP (individual). Projeto de interesse coletivo pela técnica ZOPP (grupos) com análise de participação. Princípios e instrumentos de gestão. A construção do interesse e os grupos de interess. Os impactos ambientais. A agenda 21. Gestão de Recursos Hìdricos. O aspecto legal das relações interinstitucionais.O pacto federativo e as relações intergovernamentais. A participação e representatividade da sociedade civil. Estudo de caso: gestão para o desenvolvimento sustentável. A complexidade das relações interinstitucionais.

Bibliografia

Barros, Airton B. Na gestão de bacias hidrográficas, é preciso respeitar o espírito da lei 9433: a descentralização das decisões e a participação efetiva da sociedade civil. Águas do Brasil, No 2, 2000, págs. 38-9.

Barros, Airton B. e Barros, Angela M. A. Proposta de um sistema de gestão de recursos hídricos em nível municipal ou consorciado, integrado ao plano estadual e federal conforme previsto na lei 9.433 de 8 de janeiro de 1997. Revista de Administração Pública, RAP da Fundação Getúlio Vargas, Vol.34, p. 121-32, Mar/ Abr 2000.

Berry, Jeffrey M. (1984) Lobbying the people, Princeton University Press. The interest group society. Boston.

Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de Outubro de 1988.

Gestão Ambiental no Brasil: Experiência e sucesso. Org. Ignez Vidigal Lopes et al. Editora Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 1996.

Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos. Arnaldo Augusto Setti et al. Brasília, ANEEL, ANA, 2001.

Lei 9.433 de 8 de Janeiro de 1997 e a Política Nacional de Recursos Hídricos. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, Secretaria de Recursos Hídricos, Janeiro/1997.

Lobato, David Menezes; Moyses Filho, Jamil; Torres, Maria Cândida Sotelino. Estratégias de Empresas. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2003.

Mariano, Maria Teresa; Pereira de Souza, Marcelo (1997) A Participação da Sociedade Civil na Gestão dos Recursos Hídricos do Estado de São Paulo. Anais do XII Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, 16-20 de Novembro, Vitória, ES.

Mobilização Social. José Bernardo Toro e Nisia Maria Duarte Werneck. Secretaria de Recursos Hídricos, Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, 1997.

Os Pensadores - A História da Filosofia. Will Durant. Tradução de Luiz Carlos do Nascimento e Silva, Editora Nova Cultural Ltda, publicada sob licença da Distribuidora Record de Serviços de Imprensa S.A., Rio de Janeiro, 1996, 480 p.

Pacto Federativo. José Luiz Quadros de Magalhães. Editora Mandamentos, 2000.

Role Play: Theory and Practice (Paperback). Krysia M. Yardley-Matwiejczuk. SAGE Publications, 1997.

Sociologie des Groupes d'Intérêt. Michel Offerlé. Éditions Montchrestien, E.J.A., Paris, 1998.

Towards Brazils Agenda 21: Principles & Actions. Governo da República Federativa do Brasil, Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, Junho/97.

ZOPP, Planejamento de Projetos Orientado por Objetivos. GTZ, 1998.

 

CONFLITOS SOCIAIS EM DESASTRES

Carga Horária: 15h - Créditos: 1.0

Ementa

Desastre na teoria social. A dimensão social dos desastres. Atores sociais, Instituições e Políticas. Conflitos sociais e institucionais em contexto de desastres. Desafios profissionais na interdisciplinaridade, na intersetorialidade e nos processos de participação social em arenas públicas. Estudo de caso.

Bibliografia Básica:

Acselrad, Henry (Org.). Conflito social e meio ambiente no Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:Relume Damará: FASE, 2004.

Malagodi, Marco Antonio Sampaio; Siqueira, Antenora Maria da Mata. Enchentes, vulnerabilidade e remoções em Campos dos Goytacazes. Anais do VI Encontro Nacional da ANPPAS. Belem. 2012.

Marchezini, Victor. Campos de Desabrigados: a continuidade do desastre. São Carlos: RiMa Editora, 2014.

Mattedi, M. A.; Butzke, I. C. A relação entre o social e o natural nas abordagens de hazards e de desastres. Ambiente & Sociedade, São Paulo, ano IV, n. 9, 2. Semestre de 2001. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/asoc/n9/16877.pdf>. Acesso em 10 out. 2011.

Bibliografia Complementar

Siena, Mariana et all. Os desafios da Atuação dos Agentes de Defesa Civil em desastres: uma reflexão a partir das experiências do município de Teresópolis (RJ) e Angra dos Reis (RJ). In: CARMO, Roberto e Valencio, Norma (orgs). Segurança Humana no Contexto dos Desastres. São Carlos: RiMa Editora, 2014, p.93-108.

Siqueira, Antenora Maria da Mata. Proteção Social e Enchentes em Campos dos Goytacazes: desafios profissionais em questão. In: VALENCIO, Norma (org.). Sociologia dos Desastres – Construção, interfaces e perspectivas no Brasil – Vol. III. São Carlos: RiMa Editora, 2012.

Valencio, Norma; SIENA, M.; MARCHEZINI, V.; GONÇALVES, J.C. (Orgs.). Sociologia dos Desastres - Construção, interfaces e perspectivas no Brasil – Vol. I. São Carlos: RiMa Editora, 2009.

Valencio, Norma (org.). Sociologia dos Desastres – Construção, interfaces e perspectivas no Brasil – Vol. II. São Carlos: RiMa Editora, 2010.

Valencio, Norma (org.). Sociologia dos Desastres – Construção, interfaces e perspectivas no Brasil – Vol. III. São Carlos: RiMa Editora, 2012.

 

DESASTRES ASSOCIADOS A MOVIMENTOS DE MASSA

Carga Horária:30h - Créditos: 2.0

Ementa

Movimentos de massa (deslizamentos, corridas e rastejos) no contexto dos desastres socioambientais; Movimentos de massa: tipologia, noções de estabilidade de taludes, causas e fatores atuantes, sinais de instabilidade; Conceito de susceptibilidade, vulnerabilidade e risco associado a movimentos de massa;- Mapeamentos de suscetibilidade e de risco: tipos e metodologias; Ações estruturais para a redução de desastres associados a movimentos de massa; Ações não estruturais para a redução de desastres associados a movimentos de massa.

Bibliografia Básica:

Fundação Geo-Rio, 2014. - Manual Técnico de Encostas - 2 volumes.

Highland, L. M. e Bobrowsky, P., 2008. O Manual de Deslizamento – Um Guia para a Compreensão de Deslizamentos. Serviço Geológico dos Estados Unidos e Serviço Geológico do Canadá.

Brasil. Gestão e Mapeamento de Riscos Socioambientais Ministério das Cidades - Secretaria de Programas Urbanos Universidade Federal de Pernambuco.

Brasil, 2007. Ministério das Cidades / IPT. Mapeamento de Riscos em Encostas e Margem de Rios. C. S. Carvalho, E. S. Macedo e A. T. Ogura, organizadores.

Bibliografia Complementar:

CEPED/UFSC, 2012. Atlas Brasileiro de Desastres Naturais 1991 a 2010: Volume Brasil. Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres. Florianópolis.

Mendonça, M.B. e Lucena, R., 2013. Atividades Socioeducativas para a Redução de Desastres Associados a Deslizamentos. Anais da 6ª Conferência Brasileira de Encostas, ABMS.

Nogueira, F. R., 2002. Gerenciamento de riscos ambientais associados a escorregamentos: contribuição às políticas públicas municipais para áreas de ocupação subnormal. Tese de Doutorado, Universidade Estadual Paulista, Instituto de Geociências e Ciências Exatas.

Santos, A.R., 2012. Enchentes e Deslizamentos: Causas e Soluções – Áreas de Risco no Brasil. Pini. São Paulo.

 

DESASTRES ORIGINADOS DE INCÊNDIOS

Carga Horária: 15h - Créditos: 1.0

Ementa

Discutir gestão e execução de ações relacionadas aos desastres originados de incêndios, dentro da metodologia adotada por Bombeiros Militares no Brasil, associada aos diversos Sistemas de Gerenciamento de Desastres. Associar as bases físico-químicas da combustão aos incêndios. Analisar o incêndio padrão: desenvolvimento normal dos incêndios, seus padrões e vestígios, suas origens e causas. Demostrar as causas de incêndio e os procedimentos de investigação. Apresentar algumas ações de prevenção e resposta a incêndios. Analisar os desastres originados de incêndio de natureza tecnológica e natural.

Bibliografia Básica:

BRASIL. Lei nº 12.608 de 10 de abril de 2012. Política Nacional de Proteção e Defesa Civil. Disponível em: <www.planalto.gov.br>. Acesso em 16 mar. 2014.

NFPA 921. Guide for Fire and Explosion Investigations. 2011. Disponível em: < http://freehugney.com/wp-content/uploads/2014/05/NFPA-921-2011.pdf>. Acesso em 30 de nov 2014.

Santos, A. L. B. Análise da Situação da Perícia nos Desastres Originados de Incêndio. Dissertação de Mestrado apresentada como defesa no Mestrado em Defesa e Segurança Civil da Universidade Federal Fluminense. Rio de Janeiro, 2012.   Disponível em: < http://www.defesacivil.uff.br/index.php/trabalhos-de-fim-de-curso>. Acesso em 30 de nov 2014.

Bibliografia Complementar:

BRASIL. IBAMA. Manual de Combate a Incêndio Florestais. Brasília, 1998. Disponível em: < http://www.terrabrasilis.org.br/ecotecadigital/pdf/manual-de-prevencao-e-combate-aos-incendios-florestais.pdf>. Acesso em 30 nov. 2014.

Oiveira, R. A. Ciência, Tecnologia e Inovação no Uso das Informações do Sistema de Segurança Contra Incêndio no CBMDF. Disponível em: <http://www.skywallnet.com/data server/Nosbor/CTI UI SSCI.pdf>. Acesso em: 15 de abril de 2012.

Oiveira, R. A. Perícia e Pesquisa: abordagem prática a respeito da realidade atual. Trabalho de conclusão de curso apresentado (Especialização em Perícia de Incêndio e Produção de Provas Judiciais do Centro Universitário Euroamericano – Unieuro). Brasília, 2009. Disponível em: < http://skywallnet.com.br/data_server/INV/PeP_APRRA.pdf>. Acesso em 30 nov. 2014.

 

EPIDEMIOLOGIA GERAL

Carga Horária: 30h horas - Créditos: 2.0

Ementa

Medida de freqüência das doenças: Incidência. Prevalência. Indicadores de mortalidade. A medida da Carga Global de Doença. Distribuição das doenças no espaço e no tempo. Fonte de dados em epidemiologia. Desenho, condução e análise descritiva de inquéritos epidemiológicos populacionais. Sistemas de informação em saúde. Desenho, condução e análise de estudos observacionais. Estudos diagnósticos e prognósticos. Validade e confiabilidade de instrumentos de aferição em epidemiologia. Métodos quantitativos aplicados à análise de estudos observacionais em epidemiologia. Desenho, condução e análise de estudos de intervenção. Revisão sistemática e meta-análise.

Programa Analítico

Medida de freqüência das doenças.Indicadores de mortalidade. Relacionamento de indicadores. Distribuição das doenças no espaço e no tempo. Fonte de dados em epidemiologia. Desenho, condução e análise estudos epidemiológicos. Estudos epidemiológicos agregados. Validade e confiabilidade de instrumentos de aferição. Métodos quantitativos aplicados à análise de estudos epidemiológicos. Revisão sistemática e meta-análise.

Bibliografia

SZKLO M, JAVIER NETO F.Epidemiology: beyond the basics. Gaithersburg: An Aspen Publication, 2000.

MEDRONHO R (ed.). Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2002.

WASSERTHEIL-SMOLLER S. Biostatistics and epidemiology. Frankfurt: Springer-Verlag, 1995.

KLEINBAU DG, KUPPER LL, MULLER KE. Applied regression analysis and other multivariable methods. 2. ed. Boston: PWS-Kent, 1988.

CARMINES E, ZELLER R. Reliability and validity assessment. London: SAGE Publications, 1979.

SCHLESSELMAN JJ. Case-control studies: design, conduct, analysis. New York: Oxford University Press, 1982.

WHITEHEAD A. Meta-analysis of controlled clinical trials. Chichester: Wiley & Sons, 2002.

Bibliografia Complementar

Kleinbau DG, Kupper LL, Muller KE. Applied regression analysis and other multivariable methods. 2. ed. Boston: PWS-Kent, 1988.

 

EVENTOS METEOROLÓGICOS EXTREMOS

Carga Horária: 30 - Créditos: 2.0

Ementa

Circulação geral da atmosfera, Climatologia da América do Sul, Conceituação dos principais fenômenos meteorológicos responsáveis por desastres naturais no Brasil: Sistemas frontais, Ciclones extratropicais, Ciclones Tropicais, Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM), Tornados, Geadas e Bloqueios atmosféricos, Tempestades convectivas severas, Vendavais e chuvas de granizo, As origens meteorológicas das secas. Interpretação das previsões do tempo e do clima. Mudanças climáticas e intensificação de eventos extremos. A utilização das informações meteorológicas na prevenção e mitigação de desastres naturais.

Programa Analítico

Circulação Geral da Atmosfera: Circulações termicamente induzidas na ausência de rotação; Efeito da rotação e circulação tricelular; Distribuição global sazonal da pressão atmosférica ao nível médio do mar (NMM), precipitação, nebulosidade e evaporação.Climatologia da América do Sul: Distribuição sazonal de variáveis atmosféricas ao NMM: pressão atmosférica, temperatura do ar, precipitação. Distribuição dos ventos nos médios e altos níveis. Fenômenos Meteorológicos Extremos: Sistemas frontais – Definição: Frentes frias, frentes quentes, frentes oclusas, frentes estacionárias. Tempo associado. Freqüência de ocorrência de sistemas frontais por bandas de latitude; Ciclones - Definição de ciclones extratropicais, ciclones tropicais, nuvens vírgula invertida, vórtices ciclônicos dos altos níveis; Zona de Convergência do Atlântico Sul – Definição, exemplos de estudos de casos. Zona de Convergência Intertropical – Definição e características; Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM) – Definição, característica e tempo associado. Fenômenos Meteorológicos Extremos: Tornados – Definição, características, previsão Geadas e Granizo – Definição, características, previsão; Bloqueios atmosféricos - Definição, características, previsão; As Origens Meteorológicas das Secas: Caracterização da circulação atmosférica nos períodos de secas. Previsão do Tempo e do Clima: Previsão do tempo subjetiva e objetiva. A Teoria do caos, diferenças entre a previsão do tempo e a previsão climática. Interpretação das previsões do tempo e do clima disponibilizadas nos principais sítios da internet. A utilização das informações meteorológicas na prevenção e mitigação de desastres naturais: Exemplos de utilização da previsão do tempo na operação em tempo real e de curto prazo; Mudanças Climáticas e intensificação dos eventos extremos: Aquecimento global, causas e conseqüências.

Bibliografia

Bluestein, H. B., 1992: Synoptic-Dynamic Meteorology at Midlatitudes, Volume I -""Chapter I, Oxford University Press.

Cotton, W. R. e R. A. Anthes, 1989: Storm and cloud dynamics. Academic Press.,883 pp.

CPTEC/INPE, 1996: Climanálise – Boletim de Monitoramento e Análise Climática, Edição Comemorativa de 10 anos. MCT/INPE/CPTEC. Cachoeira Paulista, SP. http://www.cptec.inpe.br/products/climanalise/Markgraf, V., 2001: Interhemispheric Climate Linkages. Academic Press, 454 p.

Nobre, C. A. e Molion, 1988: The Climatology of Droughts and Drought Prediction. In: The Impact of Climatic Variations on Agriculture. Part III – Section 2. Eds.: M. L. Parry, T. R. Carter. Kluer Academic Publishers. 305-323.

Satyamurthy, P., NOBRE, C. A., SILVA DIAS, P. L., 1998, "Meteorology of the tropics: South America". In: KAROLY, D. J., VINCENT, D. G. (eds), Meteorology of Southern Hemisphere. Meteorological Monographs, v. 27, n. 49, chapter 3A.

Wallace, J. M. e P. V. Hobbs, 2006: Atmospheric Science – An introductory survey – 2nd edition. Academic Press. 400 p.

Bibliografia Complementar

CPTEC/INPE, 1996: Climanálise – Boletim de Monitoramento e Análise Climática, Edição Comemorativa de 10 anos. MCT/INPE/CPTEC. Cachoeira Paulista, SP. http://climanalise.cptec.inpe.br/~rclimanl/boletim/cliesp10a/index1.shtml

Grimm, Alice. Meteorologia Básica – Universidade do Paraná. Disponível em: http://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/

Satyamurthy, P., NOBRE, C. A., SILVA DIAS, P. L., 1998, "Meteorology of the tropics: South America". In: KAROLY, D. J., VINCENT, D. G. (eds), Meteorology of Southern Hemisphere. Meteorological Monographs, v. 27, n. 49, chapter 3A.

 

GEOPROCESSAMENTO

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Conceitos Básicos. Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Sensoriamento Remoto. Tipos de dados Geográficos. Aquisição de Dados Espaciais. As Imagens de Satélite. Georreferencimento de Imagens. Modelo Digital de Terreno (MDT). Modelagem Digital de Dados Espaciais. Análise Espacial. Utilização de Sistemas de Informação Geográfica em Mapeamento de Áreas de Riscos.

Programa Analítico

Conceitos Básicos (Geotecnologias, Geoprocessamento, CAD, Cartografia Digital, Sistemas de Informações Geográficas (SIG), Sensoriamento Remoto e Sistema GPS). Sistemas de Informações Geográficas –SIG (Componentes de um SIG, Manipulação e análise espacial, Operações com dados espaciais, Aplicações, Principais SIG’s disponíveis). Tipos de dados Geográficos (Bancos de dados, Tipos de dados espaciais (temático, cadastral, redes, MDT, imagem), Representação de dados espaciais (matricial-raster e vetorial). Aquisição de Dados Espaciais (Digitalização de mapas, Vetorização, Bases de dados disponíveis na Internet). As Imagens de Satélite (Os Satélites, Características das imagens orbitais (resolução espacial, espectral e radiométrica), Imagens monocromáticas e multiespectrais, Potencialidades e limitações das imagens, Tratamento de imagens (pré-tratamento e realce), Classificação de imagens, Georreferencimento de Imagens). Modelo Digital de Terreno –MDT (Obtenção de dados, Grades regulares e triangulação de Delaunay para criação de MDT, Aplicações de MDT). Modelagem Digital de Dados Espaciais (Análise espacial, Técnicas de apoio à decisão). Utilização de Sistemas de Informação Geográfica na Identificação de Áreas de Riscos (Riscos de deslizamentos. Riscos de inundações, Incêndios florestais, Saúde pública).

Bibliografia

BURROUGH, P. A.; MCDONNELL, R.A. Principles of geographical information systems. Oxford, Oxford University Press, 1998.

CÂMARA, G.; CASANOVA, M. A.; HEMERLEY, A. S. MAGALHÃES, G. C. & CÂMARA, GILBERTO et alii. Anatomia de sistemas de informaçãogeográfica. Campinas, Instituto de Computação; UNICAMP, 1996, 197 p.

CÂMARA, G. e MEDEIROS, J. S.. Geoprocessamento para projetos ambientais. São José dos Campos. 1996. 150p.

CARVALHO, C.S. Gerenciamento de riscos geotécnicos em encostas urbanas, uma proposta baseada na análise de decisão. São Paulo, 1996. 192p.

Tese (Doutorado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

TEIXEIRA A. A.; MATIAS, L.F. NOAL, MORETTI, E. Qual a melhor definição de SIG, Fator GIS, A Revista de Geoprocessamento, n.11, p.20-24,1995.

FERRARI, Roberto. Viagem ao SIG. Curitiba, Sagres Editora, 1997, 80 p.

HAMMER, W. Handbook of System and Product Safety. Prentice Hall, Inc.1972

HAMMOND, J.; KEENEY, R.L.; RAIFFA, H. Smart choices : a practical guide to making better decisions. Harvard: Harvard Business School Press,1998.

HUXHOLD, W.E. & LEVINSOHN, A.G. Managing Geographic Information System. Oxford, Oxford University Press, 1995, 345 p.

KENNEY, R.L.; RAIFFA, H. Decision with multiple objetives: preferences and value tradeoffs. New York, John Wiley & Sons, 1976.

LEES, F. P. Loss Prevention in the Process Industries. London, Butterworths, 1980

MACEDO, E. S. de, AUGUSTO FILHO, O. Gerenciamento de riscos geológicos: uma resenha da base técnica utilizada pela Divisão de Geologia doIPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. Revista Universidade de Guarulhos - Geociências, v. 3 n.6, 1998. p.49-57.

MENEGUETTE, A. A. C. Introdução ao geoprocessamento. Presidente Prudente, Ed. da autora, 1994. 29p.

STAR, J. & ESTES, J. Geographic Information Systems - An Introduction. University of California, Santa Barbara, Prentice Hall, 1990. 303 p.

TEIXEIRA A. A.; MATIAS, L.F. NOAL, MORETTI, E. Qual a melhor definição de SIG, Fator GIS, A Revista de Geoprocessamento, n.11, p.20-24,1995.

TEIXEIRA, A. L. A.; MORETTI, E.; CHRISTOFOLETTI, A. Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica, Edição do Autor, Rio Claro, 1992.

 

GERENCIAMENTO DE EVENTOS EXTREMOS EM RECURSOS HÍDRICOS

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Ciclo hidrológico.Análise e consistência de dados hidrológicos.Curva-chave.Geração de séries de vazões.Metodologia para caracterização de eventos extremos.Análise de risco e definição das vazões de projeto.Dimensionamento de reservatórios para controle de cheias e para regularização de vazões.Drenagem urbana:medidas estruturais e não estruturais para o controle de cheias.Sistema de Previsão e de Alerta de cheias.

Bibliografia

ELETROBRAS. Diretrizes para Estudos e Projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas. Manual. Rio de Janeiro. Capítulo 5: Levantamentos de

Campo e Capítulo 6: Estudos Básicos. http://www.eletrobras.gov.br/EM_Atuacao_Manuais/manuais.asp. 1999.

TUCCI, C. E.. Hidrologia: Ciência e Aplicação. ABRH: EDUSP e UFRGS. Porto Alegre. 1993.

TUCCI, C. E.. Regionalização de Vazões. Editora: UFRGS. Apoio: ANA e ANEEL. 2002.

LINSLEY & FRANZINI. Engenharia de Recursos Hídricos. Editora: McGraw-Hill do Brasil. São Paulo. 1978.

TUCCI, C. E. et al. Drenagem Urbana: ABRH: UFRGS. Porto Alegre. 1995.

 

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS PERIGOSOS

Carga Horária: 15h - Créditos: 1.0

Ementa

Classificação de resíduos perigosos, Caracterização química e física dos resíduos, legislação ambiental, riscologia química, noções de toxicologia, EPI e EPC, simbologia, manejo e estocagem, transporte de resíduos, licenciamento ambiental referente à movimentação de produtos perigosos, manifesto de resíduos, disposição final, reciclagem, e tratamento de resíduos: incineração, compostagem, aterro industrial e co-processamento.

Programa Analítico

Classificação de resíduos perigosos segundo a Norma Técnica NBR 10004, caracterização química, física e biológica dos resíduos, fichas MSDS (Material Sheeft Data Safety), definições de infllamabilidade, corrosividade, toxicidade, ponto de ignição, ponto de fulgor, identificação da periculosidade das substâncias químicas. Legislação ambiental, resíduos de serviços de saúde, terminologia (NBR 12.807), classificação dos resíduos de saúde (NBR 12.808), riscologia química, noções de toxicologia, riscos ocupacionais devido aos agentes químicos, relação dose-efeito, interação com o organismo, normas regulamentadoras de segurança e saúde no trabalho, programa de controle médico de saúde ocupacional (NR 7- PCMSO), programa de prevenção de riscos ambientais (NR 9 - PPRA), atividades e operações insalubres (NR 15).Equipamentos de proteção individual e coletiva, legislação NR 6, protetores de cabeça, tronco, membros superiores, membros inferiores, equipamentos de proteção coletiva, principais tipos de carga de extintores de incêndio, simbologia: código da National Fire Protection Assoociation (NFPA), diagramas de Hommel, número de risco ONU, número ONU, código de risco (R), código de segurança (S), símbolos de riscos e manuseio para o transporte, armazenamento de materiais, (NBR 7.500 ).Manuseio de resíduos químicos e biológicos, legislação: CONAMA 5, CONAMA 6, lixiviação de resíduos (NBR 10.005), solubilização de resíduos (NBR10.006), amostragem de resíduos (NBR10.007), gerenciamento de resíduos químicos e biológicos, identificação e rotulagem, incompatibilidade entre produtos químicos, recipientes de coleta, contenção e apassivação, métodos de identificação, segurança no armazenamento e no manuseio de produtos químicos. Estudo de casos:Transporte de resíduos, Decreto nº 96.044, Regulamenta o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Resolução n.º 420, Resolução n° 701, de 25/08/04, da ANTT, coleta de resíduos de saúde (NBR 12.810), coleta de resíduos sólidos (NBR 12.980), transporte de resíduos (NBR 13.221), licenciamento ambiental relativo a movimentação de resíduos perigosos, DZ-1310.R-7, Sistema de Manifesto de Resíduos. Disposição final, aterros de resíduos perigosos, (NBR 10.157), aterros classe I e II, reciclagem, incineradores, tipo de incineradores, compostagem, co-processamento.

Bibliografia

ROCCA AC, Iacovone, AMMB, Barroti, AJ, Casarini, DCP, Gloeden, E, et al. Resíduos Sólidos Industriais.

2 ed. rev. ampl., São Paulo, CETESB,1993.

2- SISINNO, C. L. S.; Oliveira, R. M. Resíduos Sólidos, Ambiente e Saúde. Editora Fiocruz, Rio de Janeiro, 1a reimpressão, 2002, 142p.

3- Roberto Chaves Goes. Revinter, Toxicologia Industrial. Rio de Janeiro, 1a reimpressão, 1998, 250p.

4- MARTINI Jr., L. C.; Gusmão. A C. F. Gestão Ambiental Na Indústria. Editora Destaque, Rio de Janeiro, 2003, 209 p.

5- JARDIM W. F. As indústrias químicas e a preservação ambiental. Revista de Química Industrial. 1993. 692:16-18.

 

HABITAÇÃO E OCUPAÇÃO DE ÁREA DE RISCO

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Vulnerabilidade de sítios urbanos e a estruturação dos assentamentos informais. A produção habitacional informal: a favela da Rocinha como um estudo de caso. Políticas Públicas de Urbanização de Assentamentos Informais – da urbanização da favela de Brás de Pina ao Programa Morar Carioca. Uma análise de projetos de urbanização de assentamentos informais, realizados nos últimos vinte anos na cidade do Rio de Janeiro e as soluções apresentadas para o tratamento de áreas de risco. Um painel das políticas habitacionais de interesse social na cidade do Rio de Janeiro: das ações promovidas pelo BNH à intervenções mais recentes. O significado do Estatuto das Cidades para a questão da habitação social no Brasil e para o ordenamento do uso e ocupação do solo urbano.

Bibliografia Básica:

ABRAMO, Pedro. (Org.) Cidade da Informalidade. Rio de Janeiro: Livraria Sete Letras, FAPERJ, 2003. 320p.

ABRAMO, Pedro. (Org.) Cidades em transformação: entre o plano e o mercado. 1a. ed. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ/ OIPSOLO, 2001. 240 p.

AZEVEDO, S. de – Política de Habitação Popular e subdesenvolvimento. In: DINIZ, E. (org.)

Políticas públicas para áreas urbanas: dilemas e alternativas. Zahar, Rio de Janeiro, 1982.

 

Bibliografia Complementar:

LEITÃO, G. – “Um Desenho Urbano Popular: O ambiente construído pelas ocupações de terra urbana na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, ao longo das décadas de 80 e 90”, apresentado na Sessão 10 – Políticas Públicas de Habitação e Urbanismo, no XVII Congresso Brasileiro de Arquitetos, no Rio de Janeiro, entre 29 de abril e 3 de maio.

DUARTE, C. R. – SILVA O. & BRASILEIRO, A. (organizadores). Favela, Um Bairro: Propostas Metodológicas para Intervenção Pública em favelas do Rio de Janeiro. Pro-Editores, São Paulo, 1996.

 

HIDROLOGIA APLICADA

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Ciclo hidrológico. Hidrometria: equipamentos, critérios de instalação de postos pluviométricos e fluviométricos. Regionalização: análise e consistência de dados de vazões, definição de curva-chave, geração de séries. Eventos extremos mínimos: distribuições de probabilidade, definição das vazões características.

Bibliografia Básica:

TUCCI, C. E. Hidrologia: Ciência e Aplicação. ABRH: EDUSP e UFRGS. Porto Alegre. 1993.

TUCCI, C. E. Regionalização de Vazões. Editora: UFRGS. Apoio: ANA e ANEEL. 2002.

LINSLEY & FRANZINI. Engenharia de Recursos Hídricos. Editora: McGraw-Hill do Brasil. São Paulo. 1978.

Bibliografia Complementar:

COLLISCHONN, W.; TASSI, R. Introduzindo Hidrologia. IPH-UFRGS, 2008. Disponível em: http://www.ctec.ufal.br/professor/crfj/Pos/Hidrologia/apostila_Completa_2008.pdf 

 

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA

Carga Horária:30h - Créditos: 2.0

Ementa 

Estatística Descritiva: conceitos fundamentais, distribuições de freqüência para variáveis quantitativas e qualitativas, representação gráfica e tabular, medidas de posição, dispersão e assimetria, esquema de cinco números e box-plot, análise de correlação e regressão linear. Probabilidade: experiência aleatória, espaço amostral e eventos aleatórios, definição e axiomas de probabilidade, probabilidade condicional e independência de eventos.

Bibliografia Básica:

TRIOLA, M.F.. Introdução à Estatística, 9ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2005.

LARSON, R.; FARBER, B. Estatística Aplicada, 4ª Edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

FARIAS, A.A.; SOARES, J.F.; CESAR, C.C. Introdução à estatística. 2ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. Noções de Probabilidade e Estatística, 4ª Edição. São Paulo: USP, Instituto de Matemática e Estatística, 2003.

Bibliografia Complementar:

OLIVEIRA, F.E.M. SPSS Básico para Análise de Dados. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna Ltda, 2007.

ALCOFORADO, L.F.; CAVALCANTE, C.V. Introdução ao R utilizando a estatística básica. Niterói, RJ: Editora da UFF, 2014.

MEDRONHO, R.A. et al. Epidemiologia. São Paulo: Editora Atheneu, 2009.

 

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE DEFESA E SEGURANÇA CIVIL

Carga Horária:30h - Créditos: 2.0

Ementa

A Gênese da Defesa Civil na Grã Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial (2a GM). A Replicação do modelo britânico de defesa civil no Brasil. A Evolução dos Sistemas de Defesa Civil durante a Guerra Fria: o caso do EUA. A Evolução do Sistema de Defesa Civil do Brasil do fim da 2aGM até o fim da década de 90. A PNDC de 1994 e a abordagem holística da segurança – a política não adotada. A Organização do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC). As disfunções do SINDEC/SINPDEC. Fundamentos da Epistemologia dos Estudos de Segurança e a abordagem da segurança humana. As relações entre o desenvolvimento e a segurança. O caráter multidisciplinar dos estudos de segurança e os desafios para a construção do diálogo transdisciplinar. Métodos para o estudo de problemas de segurança por equipes multidisciplinares.

Bibliografia Básica:

BUZAN, Barry. Trad. Flávio Lira. A Evolução dos Estudos de Segurança Internacional. São Paulo: UNESP, 2012.

BRASIL, UFSC. Capacitação Básica em Defesa Civil. Florianópolis: CAD UFSC, 2013.

BRAYLEY, Martin J. The British Home Front, 1939-1945. Oxford: Oxford Publishing, 2005.

VALENCIO, Norma [et al]. Sociologia dos desastres – construção, interfaces e perspectivas no Brasil Vol-I. São Carlos: RiMa Editora, 2009

Bibliografia Complementar:

BARBOSA, L. L. Design emergencial: uma experiência participativa com desabrigados pela chuva. Núcleo Habitat Sem Fronteiras - USP, 2012. Disponível em <http://www.usp.br/noah/wp-content/uploads/2012/07/NUTAU_TTC-9Design-Emergencial.pdf>

MARTINS, L. B. . Design Social e a Construção Coletiva da Segurança. Insight Inteligência (Rio de Janeiro), v. 64, p. 30-42, 2014. Disponível em <http://www.insightinteligencia.com.br/64/>

SCALERCIO, M.; MARTINS, L. B. City of Benares: Londres responde à blitzkrieg. Insight Inteligência (Rio de Janeiro), v. 46, p. 136-145, 2009. Disponível em <http://www.insightinteligencia.com.br/46/>

 

METODOLOGIA CIENTÍFICA

Carga Horária:15h - Créditos: 1.0

Ementa

A ciência e outras formas de conhecimento. A metodologia científica. Tipos de pesquisa. As etapas da pesquisa científica. Instrumentos de coleta e de análise de dados. O trabalho científico.

Bibliografia Básica:

KOCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 32ed. Petrópolis: Vozes, 2013.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de Pesquisa. 7.ed. São Paulo:Atlas, 2008.

Bibliografia Complementar:

VASCONCELOS, Eduardo Mourão.  Complexidade e Pesquisa Interdisciplinar: epistemologia e metodologia operativa. 5ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

THIOLLENT, Michel. Metodologia de Pesquisa-Ação. 18 ed. São Paulo: Cortez, 2008.

WALLERSTEIN, Immanuel M. O Universalismo Europeu. São Paulo: Boitempo, 2007.

 

POLUIÇÃO DO AR DEVIDO A DESASTRES NATURAIS E HUMANOS

Carga Horária: 15h - Créditos: 1.0

Ementa

Características gerais da atmosfera; Composição química da atmosfera e principais poluentes atmosféricos; Efeitos dos poluentes atmosféricos na saúde humana; Poluição do ar provocada por atividades vulcânicas; Poluição do ar provocada por incêndios florestais; Intensificação do efeito estufa e suas conseqüências; Destruição da camada de ozônio e suas conseqüências; Poluição do ar provocada por incêndios em áreas de exploração, transferência e estocagem de petróleo e em refinarias; Poluição do ar provocada por vazamento de produtos químicos; Poluição do ar provocada por acidentes em usinas nucleares.

Programa Analítico

Características gerais da atmosfera, estrutura e composição química. Unidades de concentração e fluxo de gases e partículas atmosféricas; conversão de unidades.Principais poluentes gasosos e seus efeitos à saúde humana e ao meio ambiente. Partículas atmosféricas – origens, estruturas e composição – e suas implicações ao meio ambiente e à saúde humana. Impactos ambientais provocados por atividades vulcânicas de diferentes proporções. Poluição do ar provocada por incêndios florestais e seus impactos ambientais. Smog fotoquímico nos centros urbanos e produção de ozônio na troposfera. Chuva ácida e suas conseqüências – controles e novas tendências. Intensificação do efeito estufa e seus efeitos no clima global. Destruição da camada de ozônio estratosférico, implicações globais e tendências. Poluição do ar em conseqüência de acidentes em áreas de exploração, transferência, estocagem e processamento de petróleo. Poluição do ar provocada por vazamento de produtos químicos em indústrias e sistemas de transporte. Poluição do ar decorrente de acidentes em usinas nucleares.

Bibliografia

FINLAYSON-PITTS, B. J., PITTS, Jr, J. N., 2000. Chemistry of the Upper and Lower Atmosphere -Theory, Experiments, and Applications. Academic Press, San Diego.

Studies of Smoke from the 1991 Kuwait Oil Fires. Número especial da Journal of Geophysical Research, vol. 37, N. D13, 1992.

Air Quality Guidelines for Europe, 2000, Second Edition, World Health Organization (WHO) Regional Publications, European Series, N. 91.

MCELROY, M. B., 2002. The Atmospheric Environment: Effects of Human Activities. Princeton University Press, Princeton.

VENTURA, V. J.; Ranbelli, A. M. 1999. Legislação Federal sobre o Meio Ambiente. Editora Vana Ltda, Taubaté.

 

QUALIDADE DE ÁGUA - SEGURANÇA HÍDRICA

Carga Horária:30h - Créditos: 2.0

Ementa

Águas superficiais e subterrâneas. Tratamento de água. Padrões de qualidade da água (CONAMA, IQA...) Efeitos da contaminação nas águas superficiais e subterrâneas (eutrofização, contaminação por agrotóxicos, petróleo...). Purificação da água potável (estágios de purificação, água x alimento x doença). Tratamento de águas residuais e esgotos. Hidrelétricas: impactos ambientais de instalação e operação, alteração de cursos d'água e vazão, vazão sanitária, lagoas de regulação, impactos sobre a ictiofauna e atividades socioeconômicas, prevenção de acidentes.

Programa Analítico

Água: aspectos fundamentais, importância e propriedades; A Água no Mundo – Água na natureza; Usos da Água e Requisitos de Qualidade; Fontes de poluição da água; A Água no Brasil - Bacias Hidrográficas Brasileiras; Ciclo hidrológico, águas naturais, oceanos.Poluentes da água: substâncias nutritivas, sais, metais pesados, auto-depuração, teor em oxigênio; Avaliação das substâncias poluentes na água: compostos perigosos para a água, testes biológicos, demanda química em oxigênio (DQO), demanda bioquímica em oxigênio (DBO), equivalente por habitante, compostos orgânicos halogenados (AOX), carbono orgânico total (COT), classes de qualidade das águas; Poluições especiais da água: produtos de lavagem e limpeza, substâncias tenso-ativas, substâncias complementares, dibenzodioxinas, dibenzofuranos, bifenilas policlorados, óleos – petróleo e óleos residuais; Produção da água potável e depuração das águas residuais: água potável: necessidade de água, qualidade da água, métodos de obtenção, dureza da água, dessalinização. Águas superficiais e subterrâneas; Aqüífero Guarani; A Contaminação das Águas Subterrâneas; O encolhimento dos aqüíferos; Tratamento da Água - A Purificação da Água Potável; Método do carbono ativado (Filtros Europa e outros); Cloração ; Outros métodos de desinfecção da água ; A Contaminação das águas superficiais por fosfatos, nitratos; Padrões de qualidade da água (CONAMA, IQA...); Parâmetros de Qualidade de Água. Águas residuais; Características qualitativas e quantitativas das águas residuais; Sistemas de Esgotos ; Generalidades, Objetivos a serem atingidos com os sistemas públicos de esgotos sanitários e pluviais, Classificação e Composição dos líquidos a serem esgotados, Classificação dos sistemas de esgotos de acordo com o tipo de líquido, Classificação de acordo com o traçado da rede de esgotamento, etc; Operações e processos unitários de tratamento de águas residuais, tecnologias e sistemas de tratamento; Noções sobre tratamento de esgotos; Tratamento de esgoto e águas residuais; O tratamento de cianetos e metais em águas residuais; Classificação dos graus de tratamento de esgotos. Amostragem de água; Águas contaminadas pelas cheias; Abastecimento da água; A importância do abastecimento de água (importância sanitária e econômica); a água na transmissão de doenças (doenças de transmissão hídrica e de origem hídrica); Saúde, Saúde Pública e Saneamento; objetivos do saneamento do meio; mananciais; Consumo de água (captação de águas superficiais, efeitos do represamento sobre a qualidade da água); Autodepuração dos cursos d'água; Contaminação por microorganismos patogênicos. Comportamento ambiental dos lagos ; Eutrofização; Controle da poluição ; Limpeza, segurança e armazenamento de água nas barragens; A diminuição das terras irrigadas – Irrigação e barragens na lista de censura dos ecologistas. Hidrelétricas: impactos ambientais de instalação e operação, alteração de cursos d’água e vazão, vazão sanitária, lagoas de regulação, impactos sobre a ictiofauna e atividades socioeconômicas, prevenção de acidentes; Hidroenergia – Primeiros registros de utilização – Surgimento das turbinas hidráulicas – Hidroenergia e eletricidade; Exercício de revisão. Sugestões de soluções e manifestos sobre a escassez de água no mundo. Escolhas plausíveis: conservação, invenções tecnológicas, outras políticas; O direito à água limpa contra o direito do poluidor; Grandes poluentes de ontem e de hoje.

Bibliografia

APHA/AWWA/WEF (American Public Health Association, American Water Work Association, Water Environment Federation), Standard Methods forthe Examination of Water and Wastewater, 1995, Washington, DC, p. I-47.

BAIRD, Colin., Environmental Chemistry, 2nd edition, W. H. Freeman and Company, 1998.

BLIEFERT, C. & PERRAUD, R., Chimie de l’Environnement - Air, Eau, Sols, Déchets, De Boeck & Larcier s. A., 2001, 1ere édition, 3 e tirage 2004.

BRANCO, S. M. & PORTO, R.L.L.P., Hidrologia Ambiental, Ed. Universidade de São Paulo, Associação Brasileira de Recursos Hídricos, 1991.

BROWN, R. M. ET AL., A water quality index - do we dare. Water & Sewage Works, v. 117, no10, October 1970.

DROSTE, R. L., Theory and Practice of Water and Wastewater Treatment, John Wiley & Sons,USA, 1997.

FREITAS, M.A.A.V., O estado das águas no Brasil, Perspectivas de gestão e informação de recursos hídricos, Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL, MMA/SRH, OMM, 1999.

HEM, J.D., Study and Interpretation of the Chemical Characteristics of Natural Water, U.S. Geol. Survey Water-Supply Paper 1473, United StatesDepartment of the Interior, 1970.

KEITH, L. H., Identification & Analysis of organic pollutants in water, Ann Arbor Science Publishers Inc., 1979, 707 p.

RODIER, J., L'Analyse de l'eau: eaux naturelles, eaux résiduaires, eau de mer. Bordas, Paris, 1984, 1365 p.

SMITH, D.G., Water quality indexes and for use in New Zealand's rivers and streams. Water Quality Centre Publication, n.12, Water Quality Centre,Ministry of Works and Development, 1987, Hamilton, New Zealand.

TCHOBANOUGLOS, G. & SCHROEDER, E.D., Water Quality - Characteristics, Modeling and Modification, Addison-Wesley Publishing Company,1987.

VANDANA SHIVA., La Guerre de l’eau – privatization, pollution et profit, Traduction ; Lucie Périneau, L’Aventurine, Paris, 2003.

 

RADIOATIVIDADE - AVALIAÇÃO E RISCOS

Carga Horária:15h - Créditos: 1.0

Ementa

Estrutura do núcleo atômico. Mecanismos de desintegração, radioatividade. Interação da radiação com a matéria. Medidas com detectores. Radioproteção e Dosimetria. Funcionamento de Reatores Nucleares e Aceleradores de partículas (Ciclotrons). Ciclo do combustível Nuclear. Gerenciamento de Rejeitos radioativos. Avaliação e Riscos das Ciências nucleares à população e ao meio ambiente.

Programa Analítico

A ciência do século XIX : Experiências de H. Becquerel, Madane Curie, E. Rutherford entre outros. Classificação dos raios emitidos pelos elementos radioativos.Radiação natural e artificial. Desintegração Radioativa: Aspectos quantitativos do decaimento radioativo. Meia Vida. Atividade. Decaimentos sucessivos. Equilíbrio transiente e secular. Vida média. Reações nucleares. Reatores nucleares. Ciclo do combustível nuclear. Aceleradores de partículas, Lineares e Ciclotrons. Interação da radiação ionizante com a matéria: Efeito fotoelétrico, Compton e produção de pares. Medidas das Radiações: Detecção das radiações, detectores a gás, cintiladores, semi-condutores, de traços nucleares e de nêutrons. Trabalhos práticos.  Aspectos Estatísticos da Radioatividade: Contagem, Atividade e distribuição estatística de Poisson. Programas computacionais. Proteção Radiológica: princípios, interação biológica, formas de exposição, efeitos da radiação no homem. Grandezas radiológicas unidades de dose absorvida. Dosimetria e coeficiente de risco. Gerenciamento de rejeitos radioativos: Radioisótopos provenientes de pesquisa, reatores nucleares, ciclotrons, fissão e geradores. Acondicionamento e armazenamento. Identificação e classificação. Tratamentos e transporte. Limites para eliminação. Normas Técnicas e legislação vigente. Avaliação e Riscos: Principais acidentes nucleares ocorridos no Brasil e no Exterior. Ações da Defesa Civil para proteção da população nas proximidades das usinas ou instalações nucleares e entendimentos com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) sobre a amplitude das áreas em caso de acidente nuclear e as normas de radioproteção vigentes. Avaliações, Visitas técnicas, e trabalhos experimentais.

Bibliografia

CHOPPIN, G.R. and RYDBERG, J. Nuclear Chemistry (Theory and Applications). Pergamon Press.

HARVEY, B.G. Introduction to nuclear physics and chemistry. Prentice-Hall, Inc.,USA.

KNOLL, G.F. Radiation detection and measurement. John Wiley & Sons.

BELLIDO, A.V.B. e LATINI, R.M. Fundamentos de Química Nuclear.Departamento de Físico-Química UFF, 2003.

XAVIER, M.A., WIELAND, P., HEIDRON, P.F. e FERREIRA, R.S. Programa de Gerência de Rejeitos Radioativos em Pesquisa. CNEN, 1998.

 

RISCOS NATURAIS: CAUSAS E EFEITOS

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Introdução aos riscos naturais, classificação de desastres, fases de um desastre, efeitos de um desastre, prevenção, mitigação e preparação. Terremotos, exemplos históricos e distribuição geográfica, efeitos de terremotos, previsão de terremotos, impacto de terremotos, atividades prédesastre e pós-desastre, mitos e lições de desastres passados. Tsunamis, exemplos históricos e distribuição geográfica, impacto no meio ambiente e construções, mitigação e preparação para o desastre, problemas e estratégias para recuperação e reconstrução. Vulcões, exemplos históricos e distribuição geográfica, tipos de vulcões, predição de erupções, preparação e resposta ao desastre. Ciclones tropicais, exemplos históricos e distribuição geográfica, previsão e alerta, impactos em construções e no meio ambiente, preparação e resposta ao desastre. Enchentes, exemplos históricos e distribuição geográfica, previsão, alerta e sistemas de monitoramento, impacto em construções e no meio ambiente, estratégias de mitigação. Secas, exemplos históricos e distribuição geográfica, pré-condições naturais para seca, impacto das secas, fome, estratégias de mitigação, atividades pós-desastre, mitos e lições aprendidas. Desertificação, exemplos históricos e distribuição geográfica, pré-condições naturais e humanas, impacto no meio ambiente natural, problemas e estratégias para recuperação e reconstrução. Desflorestamento, exemplos históricos e distribuição geográfica, condições econômicas e sociais conduzindo ao desflorestamento, desastres relacionados, impacto nas construções e meio ambiente, estratégias e problemas na recuperação, mitigação.

Programa Analítico

Introdução aos riscos naturais, classificação de desastres, fases de um desastre, efeitos de um desastre, prevenção, mitigação e preparação. Terremotos, exemplos históricos e distribuição geográfica, efeitos de terremotos, previsão de terremotos, impacto de terremotos, atividades pré-desastre e pós-desastre, mitos e lições de desastres passados. Tsunamis, exemplos históricos e distribuição geográfica, impacto no meio ambiente e construções, mitigação e preparação para o desastre, problemas e estratégias para recuperação e reconstrução. Vulcões, exemplos históricos e distribuição geográfica, tipos de vulcões, predição de erupções, preparação e resposta ao desastre. Ciclones tropicais, exemplos históricos e distribuição geográfica, previsão e alerta, impactos em construções e no meio ambiente, preparação e resposta ao desastre. Enchentes, exemplos históricos e distribuição geográfica, previsão, alerta e sistemas de monitoramento, impacto em construções e no meio ambiente, estratégias de mitigação. Secas, exemplos históricos e distribuição geográfica, pré-condições naturais para seca, impacto das secas, fome, estratégias de mitigação, atividades pós-desastre, mitos e lições aprendidas. Desertificação, exemplos históricos e distribuição geográfica, pré-condições naturais e humanas, impacto no meio ambiente natural, problemas e estratégias para recuperação e reconstrução. Desflorestamento, exemplos históricos e distribuição geográfica, condições econômicas e sociais conduzindo ao desflorestamento, desastres relacionados, impacto nas construções e meio ambiente, estratégias e problemas na recuperação, mitigação.

Bibliografia

Nações Unidas, (1991) Mitigating Natural Disasters. Phenomena, Effects and Options. A manual for policy makers and planners. Office of the United Nations Disaster relief co-ordinator. Nações Unidas, Nova York, 164 p.

BLAIKIE, P.; Cannon, T.; Davis, I and Wisner, B. (1994) At risk. Natural hazards, people's vulnerability, and disasters. Ed. Routledge, London, 284 p.

REBELO, Fernando (2003) - Riscos Naturais e Acção Antrópica. Coimbra, Imprensa da Universidade, 2ª edição revista e aumentada.

 

SAÚDE PÚBLICA

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

Ementa

Conceito de saúde e doença. Processo saúde-doença. Transição demográfica e epidemiológica. História natural de doenças. Níveis de aplicação de medidas preventivas na história natural das doenças. Conceito de saúde pública. Atenção primária em saúde. Conceito de epidemiologia. O processo endêmico-epidêmico. Vigilância em saúde. Conceito de indicadores de saúde. Indicadores de mortalidade. Indicadores de morbidade. Conceito de risco em saúde. Determinantes demográficos, socioeconômicos e comportamentais do risco. Efeitos de contexto. Relacionamento espaço-temporal do risco em saúde. Políticas de saúde. Estruturação do sistema de saúde. Modelos tecno-assistenciais de saúde. Administração e planejamento em saúde. Indicadores de estrutura, processo e resultado. Metodologia de avaliação qualitativa em saúde. Educação em saúde.

Programa Analítico

Saúde pública: conceitos básicos. Estatísticas de saúde. Indicadores de saúde I: morbidade. Indicadores de saúde II: mortalidade. Sistemas de informação em saúde. Distribuição espaço-temporal do risco em saúde. Transição demográfica e epidemiológica e processo endêmico-epidêmico. Vigilância em saúde. Políticas de saúde e estruturação do sistema de saúde no Brasil. Indicadores de saúde III: avaliação em saúde.

Bibliografia

SCNEIDER MJ. Introduction to public health. 2. ed. Sudbury: Jones & Bartlett, 2006.

ANDRADE SM, Soares DA, Cordoni Jr L. Bases da saúde coletiva. Rio de Janeiro: Abrasco, 2001.

SILVA Jr, AG. Modelos tecnoassistenciais em saúde: o debate no campo da saúde coletiva. São Paulo: Hucitec, 1998.

DONABEDIAN A. The definition of quality and approaches to its assessment. Ann Arbor: Health Administration Press, 1980.

Fundação Nacional de Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 5. ed. 2. vv. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2002.

MONTEIRO CA (org.). Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do país e de suas doenças. São Paulo: Hucitec, 2000.

MUIR GRAY JA. Evidence-based healthcare: how to make healthy policy and management decisions. London: Churchill Livingstone, 1997.

Fundação Nacional de Saúde. Textos de epidemiologia para vigilância ambiental em saúde. COCRANE AL. Effectiveness and efficiency: random reflections on health services. London: The Nuffield Provincial Hospitals Trust, 1972.

Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2001.

 

TÓPICOS ESPECIAIS

Carga Horária: 30h - Créditos: 2.0

 

VULNERABILIDADE DE IDOSOS E CRIANÇAS

Ementa

Aborda os conceitos e princípios da atenção básica. Planejamento das ações de intervenção em nível individual e coletivo, as doenças infecciosas e parasitárias persistentes, emergentes, reemergentes e a de tendência decrescente, vulnerabilidade social, vigilância epidemiológica, sistema de agravos de notificação. Assistência individual e coletiva no contexto da atenção primária de acordo com as propostas e estratégias do modelo de vigilância em saúde.

Bibliografia Básica:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Vigilância em saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 228p. - (Série B: textos básicos de Saúde).

BUSS, M. P. Uma introdução ao conceito de promoção da saúde. In: CZERESNIA, D.; FREITAS, C. M. Promoção da Saúde - conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003, p. 15-38.

BUSS, M. P.; PELLEGRINI FILHO, A. A saúde e seus determinantes sociais. PHISYS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n.1, p. 77-93, 2007.

Bibliografia Complementar:

MAGALHÃES, R. Monitoramento das desigualdades sociais em saúde: significados e potencialidades das fontes de informação. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 12, n. 3, p. 667-673, 2007.

MUNOZ SANCHEZ, A. I.; BERTOLOZZI, M. R. A. Pode o conceito de vulnerabilidade apoiar a construção do conhecimento em Saúde Coletiva?. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 12, n.2, p.319-324, 2007.

TRAVERSO-YEPEZ, M. Dilemas da promoção da saúde no Brasil: reflexões em torno da política nacional. Interface-Comunic, Saúde, Educ., v.11, n.22, maio/ago, 2007.

 

 


 


 


 

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